quarta-feira, 25 de maio de 2022

Diálogos Fulinaímicos

 


Diálogos Fulinaímicos

com a psicóloca Luiza Bozola

 Artur Gomes – a palavra que procuro é clara quando não é gema – até furar os meus olhos com alguma cascata de luz – devassa em mim quando transcende lamparina que acende – e transforma em mel o que antes era pus.

 Até onde fatores psicológicos possam ter me guiado no estado de poesia ou podemos considerar a escrita apenas como um exercício de linguagem?

Luiza Bozola - As duas respostas são possíveis dependendo da pessoa que escreve uma pode sobre sair mais que a outra. Existe uma intimidade com as palavras e a sensação de que a palavra abre todo um universo tanto no escritor quanto no leitor a depender é claro das sensibilidades.

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